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segunda-feira, 19 de maio de 2014

ESF do Puraqueú realiza café da manhã para todos os Hipertensos e Diabéticos


Equipe de Saúde da Família do Puraqueú com apoio do NASF realizou na manha de hoje (19 de maio) um café da manha para todos os hipertensos e diabéticos ,com aferição de pressão arterial,medição da glicose e palestra sobre alimentação saudável e automedicação,

Segundo a Secretaria de Saúde, Tânia Jardim ressalta a importância desses eventos para aproximar a Saúde da população, umas das características da atual gestão da saúde.













domingo, 16 de março de 2014

ESF do Nova Vitória realiza café da manha para todos os Hipertensos e Diabéticos

A Secretaria Municipal de Saúde através da Equipe de Saúde da Família do Conjunto Nova Vitória , realiza um café da manha para todos os Hipertensos e Diabéticos,com a finalidade de chamar atenção para o cuidado continuado pois a falta de controle pode levar a diversas complicações ,participaram do evento toda a equipe do Nasf .






terça-feira, 7 de maio de 2013

ESF do Alto São Francisco realiza café da manha para hipertensos e diabéticos









Dia 07 de abril foi realizado na Igreja do Alto São Francisco um café da manha para os hipertensos e diabéticos do Bairro Alto São Francisco ,que contou com a organização da Equipe de Saúde do Alto São Francisco entre eles médicos,enfermeira e os agentes de saúde ,houve participação da Equipe do NASF (Nutricionista,Fisioterapeuta,Terapeuta Ocupacional)

Hiperdia
Programa instituído em 2001 com a criação do Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus, segundo portaria GM/MS 235 em 20 de fevereiro de 2001, com o objetivo de estabelecer a organização da assistência, prevenir e promover a saúde, através da vinculação dos usuários à rede, a implementação de programa de educação permanente em hipertensão, diabetes e demais fatores de risco para doenças cardiovasculares.
Ao longo dos últimos trinta anos, houve uma mudança drástica do perfil de morbimortalidade da população brasileira com grande predomínio das doenças e mortes devidas às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), dentre elas o câncer e as doenças cardiovasculares.  A carga econômica dessas doenças produz elevados custos para os sistemas de saúde e da previdência social devido à mortalidade e invalidez precoces, sobretudo para a sociedade, famílias e as pessoas portadoras.
A doença cardiovascular representa hoje no Brasil a maior causa de mortes.
O Ministério da Saúde vêm adotando várias estratégias e ações para reduzir o ônus das doenças cardiovasculares na população brasileira como as medidas anti-tabágicas, as políticas de alimentação e nutrição e de promoção da saúde com ênfase na escola e as ações de atenção à hipertensão e ao diabetes com garantia de medicamentos básicos na rede pública, protocolos e capacitação de profissionais de forma presencial e à distância, etc. é importante registrar que a adoção da estratégia Saúde da Família como política prioritária de atenção básica, por sua conformação e processo de trabalho, compreende as condições mais favoráveis de acesso às medidas multissetoriais e integrais que a abordagem das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) exige.
A importância do diabetes mellitus e da hipertensão arterial sistêmica como problemas globais de saúde pública é hoje bem reconhecida internacionalmente.
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é a mais freqüente das doenças cardiovasculares; é também o principal fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal.
O Diabetes Mellitus (DM) se configura hoje como uma epidemia mundial sendo um grande desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo.
No Brasil, a hipertensão arterial e o diabetes são responsáveis, de longe, pela primeira causa de mortalidade e de hospitalizações, de amputações de membros inferiores e representa ainda 62,1% dos diagnósticos primários em pacientes com insuficiência renais crônicos submetidos à diálise.
Grande impacto econômico ocorre nos serviços de saúde, como conseqüência dos crescentes custos do tratamento da doença e, sobretudo das complicações, como a doença cardiovascular, a diálise por insuficiência renal crônica e as amputações de membros inferiores.
é importante observar que já existem informações e evidências científicas suficientes para prevenir e/ou retardar o aparecimento desses agravos e de suas complicações, informações e evidências estas que devem estar disponíveis para que pessoas e comunidades tenham acesso e possam delas se beneficiar. No entanto, não são ainda acessíveis a todos.  A coordenação do cuidado de uma doença crônica exige contato regular e contínuo com o portador. Os sistemas e tecnologia de informação e os registros computadorizados permitem que a equipe cuidadora acesse informações e dados clínicos do paciente de maneira ágil e oportuna, contribuindo para o melhor gerenciamento do cuidado e o monitoramento dos resultados. A disponibilidade de novas tecnologias e de sistemas de informação como ferramentas para monitorar o cuidado ao portador de diabetes e de hipertensão é muito importante para o sucesso dessa tarefa.
O registro com entrada única do portador permite sua identificação e vincula á equipe cuidadora, que poderá registrar múltiplos dados iniciais e subseqüentes, permitindo gerar informações do desempenho e dos resultados
o     Possibilitar a Gestão do Cuidado com a vinculação do portador á unidade básica ou equipe de saúde através do cadastro e atendimento desses portadores de DM e Há;
o     Monitorar de forma contínua a qualidade clínica e o controle desses agravos e seus fatores de risco na população assistida;
o    Fornecer informações gerenciais que permitam subsidiar os gestores públicos para tomada de decisão para a adoção de estratégias de intervenção gerais ou pontuais, como estimar acesso aos serviços de saúde, planejar demanda para referencia mentos, estimativa de uso de materiais, necessidade de recursos humanos e capacitações;
o     Fornecer informações que subsidiem a gerência e gestão da Assistência Farmacêutica;
o    Instrumentalizar a Vigilância à Saúde, fornecendo informações que permitem conhecer o perfil epidemiológico da hipertensão arterial e do diabetes mellitus, seus fatores de risco e suas complicações na população;
o     Possibilitar o Controle Social através de informações que permitem analisar acesso, cobertura e qualidade da atenção.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

14 DE NOVEMBRO - DIA MUNDIAL DO DIABETES




A cada ano, o Dia Mundial do Diabetes é centrado em um tema relacionado, direta ou indiretamente, ao diabetes. Os tópicos abordados em anos anteriores incluíram diabetes e direitos humanos, diabetes e estilo de vida, e os custos de diabetes. Em 2012, sob o tema "Diabetes: Proteja Nosso Futuro", mantendo o foco é a crescente necessidade de educação sobre diabetes e o aumento de programas de prevenção.

Para as pessoas com diabetes, esta é uma mensagem sobre a capacitação através da educação. Para os governos, é uma chamada para implementar estratégias e políticas eficazes para a prevenção e tratamento do diabetes. Para os profissionais de saúde, é uma chamada para melhorar o conhecimento de maneira que as recomendações baseadas em evidências possam ser postas em prática. Para o público em geral, é uma chamada para entender o impacto grave do diabetes e saber, sempre que possível, como evitar ou retardar essas complicações.

Objetivos da Campanha 2012
Incentivar os governos a implementar e fortalecer políticas para a prevenção e controle do diabetes e suas complicações
Disseminar ferramentas para apoiar as iniciativas nacionais e locais para a prevenção e controle do diabetes e suas complicações
Destacar a importância da educação baseada em evidências na prevenção e controle do diabetes e suas complicações
Aumentar a conscientização dos sinais de alerta do diabetes e promover ações para incentivar o diagnóstico precoce
Promover ações para reduzir os principais fatores de risco para o diabetes tipo 2
Promover ações para prevenir ou retardar as complicações do diabetes.

Um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde, revela uma estatística preocupante: a doença mata quatro vezes mais do que a Aids e supera o número de vítimas do trânsito. Em 2010, 54 mil brasileiros morreram em decorrência do diabetes, enquanto 12 mil óbitos foram ocasionados pelo vírus HIV e 42 mil mortes foram registradas por acidentes de trânsito em todo país.  Esse número seria ainda maior, se considerado que o diabetes age como fator de risco para várias outras doenças - como câncer e doenças cardiovasculares, por exemplo. O diabetes esteve, em 2010, associado a outras 68,5 mil mortes – o que totaliza 123 mil pessoas mortas direta ou indiretamente.
Sinais e Sintomas
O desencadeamento de diabetes tipo 1 é geralmente repentino e dramático e pode incluir sintomas como:
Sede excessiva
Rápida perda de peso
Fome exagerada
Cansaço inexplicável
Muita vontade de urinar
Má cicatrização
Visão embaçada
Falta de interesse e de concentração
Vômitos e dores estomacais, frequentemente diagnosticados como gripe.

Os mesmos sintomas acima podem também ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2, mas geralmente são menos evidentes. Em crianças com diabetes tipo 2, estes sintomas podem ser moderados ou até mesmo ausentes.

No caso do diabetes tipo 1, estes sintomas surgem de forma abrupta e às vezes podem demorar a ser identificados. Já no diabetes tipo 2, esses sintomas podem ser mais moderados ou até mesmo inexistentes.

Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença, mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Outro dado é que, no geral, o diabetes tipo 1 é mais frequente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.





Fonte: www.diamundialdodiabetes.org.br / Ministério da Saúde

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