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sábado, 10 de maio de 2014

Secretaria de Saúde intensifica campanha de vacinação contra a gripe


Foto: COMPROMISSO Equipes de saude intensificam a campanha de vacinação contra a gripe realizando visitas e palestra a fim de realizar a total  cobertura da campanha

A Campanha de vacinação contra a gripe segue a todo vapor em Vitória do Mearim à Secretaria de Saúde não está medindo esforços para que todas aquelas pessoas que se encaixam no perfil sejam devidamente imunizadas. as ações estão acontecendo tanto na sede quanto na zona rural.
As vacinas estão sendo aplicadas nas unidades básicas de saúde e também e nas visitas domiciliares ,com isso a meta é atingir pelo menos 90% das metas da campanha

 Além das crianças de seis meses a menores de cinco anos, também serão imunizadas pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. As pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também devem se vacinar.

Ministério da Saúde prorrogou a Campanha de Vacinação contra a Gripe até o dia 16 e maio



O Ministério da Saúde prorrogou a Campanha de Vacinação contra a Gripe em todo o território nacional até o dia 16 de maio. Devem receber a dose da vacina crianças de 6 meses à 5 anos, pessoas com mais de 60 anos, profissionais da área de saúde, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto). Como parte de intensificação da campanha, neste sábado, dois postos volantes estarão disponíveis no centro da cidade oferecendo a imunização.

  De acordo com a Secretaria de Saúde , Tânia Jardim, a cidade segue um cronograma estabelecido pelo Ministério da Saúde, e vai continuar oferecendo as doses da vacina. “A população está procurando a imunização e estamos empenhados na campanha. Vamos continuar oferecendo as doses da vacina em todas as unidades de saúde, garantindo uma efetiva redução no número de complicações da gripe, internações e até óbitos.”

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Secretaria da Saúde divulga resultado da campanha contra o HPV



Encerrou no dia 10 de abril, a primeira etapa da campanha de vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV). Em Vitória do Mearim, foram imunizadas 971 meninas, entre 11 e 13 anos, totalizando 88,68% da população desta faixa etária.Ficando acima da média estadual e federal respectivamente 70,12%  e 75,75%

A Secretaria, Tânia Jardim, ressaltou que a partir de agora, as vacinas ficam a disposição nas unidades de saúde para as meninas que irão completar 11 anos de idade.

A segunda etapa da vacinação contra o HPV começa em setembro de 2014 e é destinada a todas as meninas que receberam a dose na primeira etapa. 






Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe começa dia 22




A campanha nacional de vacinação contra gripe deste ano será realizada de 22 de abril a 9 de maio, sendo 26 o dia de mobilização nacional. A novidade deste ano é a ampliação da faixa etária para crianças de seis meses a menores de cinco anos, afirma a Secretaria de Saúde Tânia Jardim
Para o Ministério da Saúde o público-alvo da campanha é de 49,6 milhões de pessoas e a meta do é vacinar 80% desta população, considerada de risco para complicações por gripe. Além das crianças de seis meses a menores de cinco anos, integram este grupo pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. As pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação.
SEGURANÇA - A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Esta definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
DOSES - Serão distribuídas 53,5 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela OMS para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B).  Em todo o país, serão 65 mil postos de vacinação, com envolvimento de 240 mil pessoas. Também estarão disponíveis para a mobilização 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.
CAMPANHA- Com tema “Vacinação contra a gripe: você não pode faltar”, a campanha do Ministério da Saúde para este ano orienta cada público prioritário a procurar os postos vacinação no período da mobilização. A campanha será veiculada na TV, rádio, mídia exterior, mídia impressa e internet. O custo total da campanha é de R$ 14 milhões.
MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. A vacina contra a gripe não é capaz de eliminar a doença ou impedir a circulação do vírus, por isso, as medidas de prevenção são muito importantes, particularmente durante o período de maior circulação viral, entre os meses de junho e agosto.
Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe - especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações - devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.
REAÇÕES ADVERSAS – Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e induração. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos passam, na maioria das vezes, em 48 horas.  A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.
PRODUÇÃO NACIONAL – As doses da vacina contra a gripe foram adquiridas por meio da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre o Instituto Butantan e o laboratório privado Sanofi. O acordo, intermediado pelo Ministério da Saúde, permitiu que Instituto Butantan dominasse todas as etapas de produção da vacina.

Público-alvo e quantidade de doses enviadas por UF 
UF
Público-alvo
Doses enviadas
RO
           353.528
             381.810
AC
           196.805
             212.550
AM
           928.263
          1.002.520
RR
           156.970
             169.530
PA
        1.699.228
          1.835.170
AP
           159.417
             172.170
TO
           325.110
             351.120
NORTE
       3.819.321
        4.124.870
MA
        1.533.092
          1.655.740
PI
           736.672
             795.610
CE
        1.995.760
          2.155.420
RN
           769.286
             830.830
PB
           946.099
          1.021.790
PE
        2.077.417
          2.243.610
AL
           705.431
             761.870
SE
           456.389
             492.900
BA
        3.297.342
          3.561.130
NORDESTE
     12.517.489
      13.518.900
MG
        4.904.622
          5.296.990
ES
           834.168
             900.900
RJ
        4.118.194
          4.447.650
SP
       11.842.222
        12.789.600
SUDESTE
     21.699.207
      23.435.140
PR
        2.893.790
          3.125.290
SC
        1.743.026
          1.882.470
RS
        3.558.081
          3.842.730
SUL
       8.194.896
        8.850.490
MS
           656.657
             709.190
MT
           682.996
             737.640
GO
        1.402.746
          1.514.970
DF
           603.867
             652.180
C.OESTE
       3.346.265
        3.613.980
BRASIL
     49.577.178
      53.543.380

Categorias de risco clínico com indicação para vacina contra influenza 
Categoria   de risco clínico
Indicações
Doença
respiratória crônica
Asma   em uso de corticóides inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
DPOC;
Bronquioectasia;
Fibrose   Cística;
Doenças   Intersticiais do pulmão;
Displasia   broncopulmonar;
Hipertensão   arterial Pulmonar;
Crianças   com doença pulmonar crônica da prematuridade.
Doença
cardíaca crônica
Doença   cardíaca congênita;
Hipertensão   arterial sistêmica com comorbidade;
Doença   cardíaca isquêmica;
Insuficiência   cardíaca.
Doença renal crônica
Doença   renal nos estágios 3,4 e 5;
Síndrome   nefrótica;
Paciente   em diálise.
Doença
hepática crônica
Atresia   biliar;
Hepatites   crônicas;
Cirrose.
Doença neurológica crônica
Condições em que a função respiratória   pode estar comprometida pela doença neurológica;
Considerar as necessidades clínicas   individuais dos pacientes incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral,   esclerose múltipla, e condições similares;
Doenças hereditárias e   degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
Deficiência neurológica grave.
Diabetes
Diabetes   Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.
Imunossupressão
Imunodeficiência   congênita ou adquirida
Imunossupressão   por doenças ou medicamentos
Obesos
Obesidade   grau III.
Transplantados
Órgãos   sólidos;
Medula   óssea.
Portadores
de trissomias
Síndrome   de Down, Síndrome de klinefelter, Sídrome de Wakany, dentre outras   trissomias.


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Semus realiza dia D da Campanha da Pólio com 1439 doses aplicadas

Vitória do Mearim realiza Dia `D` da Campanha Nacional contra a paralisia infantil que ocorreu no dia 8 de junho em diversos postos de vacinação instalados em todo o município com aplicação de 1439 doses ,a campanha se estende até o dia 21 de junho não deixe de comparecer ao posto de saúde mais próximo
Pólio – A paralisia infantil, ou poliomielite, é uma doença infectocontagiosa viral aguda que pode provocar sequelas permanentes ou levar à morte. O único reservatório da poliomielite é o homem. Acomete, em geral, os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, mas com sensibilidade preservada.
A vacina confere proteção contra os sorotipos 1, 2 e 3, e sua eficácia é em torno de 90% a 95%, com a administração das três doses. Este é o 33º ano de campanha nacional de vacinação contra a pólio e o 24º ano sem a doença no país.

Contraindicações – A vacina é contraindicada para crianças portadoras de infecções agudas com febre acima de 38º; com hipersensibilidade conhecida a algum componente da vacina, a exemplo de estreptomicina ou eritromicina; que, no passado, tenham apresentado qualquer reação anormal à vacina; imunologicamente deficientes devido a tratamento com imunossupressores ou com deficiência imunológica congênita; e crianças com história de paralisia flácida associada à vacina, após dose anterior da vacina poliomielite oral.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Campanha de Vacinação da Pólio dia 8 a 11 de junho

O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (4) a 34ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, em Brasília. Realizada em parceria com a secretaria municipal de saúde de Vitória do Mearima meta é vacinar  crianças entre 6 meses e menores de 5 anos. A ação começa neste sábado (8), com o Dia D de mobilização nacional, e vai até 21 de junho.

Neste ano, o público alvo a ser vacinado na campanha é a partir dos 6 meses, com a vacina oral (VOP), as chamadas gotinhas. Isso porque as crianças menores de 6 meses já estão sendo vacinadas com a injetável (VIP) nos postos de vacinação. É importante reforçar que os pais não esqueçam de levar a caderneta de vacinação dos filhos para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança, considerando o esquema sequencial (quadro abaixo).
Os pais devem levar a caderneta de vacinação dos filhos para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança, considerando o esquema sequencial (quadro abaixo). “Além da proteção contra a pólio, a campanha contribui para atualização do calendário de vacinação. Caso esteja faltando alguma vacina, os pais podem programar junto com o posto de saúde a melhor data para a criança tomar as doses que estão faltando”, explicou o ministro.
Calendário básico de vacinação
Esquema sequencial para crianças que iniciam a vacinação contra a poliomielite
 Idade
Qual a vacina
2 meses
Vacina inativada poliomielite – VIP (injetável)
4 meses
VIP
6 meses
Vacina oral poliomielite (atenuada) – VOP (oral)
15 meses
VOP (reforço)

Ou seja, de acordo com o cronograma do calendário básico de vacinação, a criança recebe as duas primeiras doses – aos dois e aos quatro meses – do esquema com a vacina inativada poliomielite (a VIP), de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses) e o reforço (aos 15 meses) continuam com a vacina oral (a VOP).
Se a criança menor de cinco anos nunca tiver tomado nenhuma dose injetável, não tomará as gotinhas neste momento. Deverá iniciar o esquema vacinal com a injetável.Por esse motivo, o Ministério da Saúde recomenda que os estados e municípios disponibilizem também a injetável nas suas unidades básicas de saúde, embora nesta campanha sejam utilizadas as duas gotinhas. O objetivo é evitar que crianças que estejam com o esquema vacinal contra a poliomielite atrasado percam a oportunidade de vacinação.
Se a criança for vacinar em um posto temporário, que não pode oferecer a injetável, a orientação é que seja encaminhada para uma unidade de saúde, onde será vacinada posteriormente.
VACINA ORAL - Vale lembrar que não existe tratamento para a poliomielite e somente a prevenção, por meio da vacinação. A vacina protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Ela é recomendada mesmo para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia.
A vacina é extremamente segura e não há contraindicações, sendo raríssimas as reações associadas à administração da mesma. Em alguns casos, como, por exemplo, em crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, recomenda-se que os pais consultem um médico para avaliar se a vacina deve ser aplicada.
VACINA INJETÁVEL – O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, reforçou que, com a introdução da VIP no calendário básico de vacinação da criança no segundo semestre de 2012, o Brasil já está se preparando para utilizar apenas a vacina inativada (injetável) quando ocorrer a erradicação da doença no mundo, atendendo a recomendação da OMS.
Segundo Barbosa, a VIP é segura e, de acordo com os estudos, não há possibilidade de uma criança vir a ter poliomielitecaso apresente o esquema vacinal completo e em dia contra a doença. ”A vacina injetável é mais segura exatamente no período em que a criança poderia apresentar algum risco de evento adverso por causa da vacina oral”.
HISTÓRICO –O Brasil serviu de exemplo para outros países ao adotar, a partir do ano de 1980, a estratégia anual de campanhas nacionais de vacinação contra a poliomielite em duas etapas, vacinando crianças menores de cinco anos de idade independente do estado vacinal anterior.
O último caso registrado da doença no Brasil foi em 1989, na Paraíba. As ações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) estão voltadas à manutenção do país livre do poliovirus selvagem. Desde 1994, o país mantém o certificado emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de erradicação da poliomielite. 
POLIOMIELITE NO MUNDO - Apesar de não haver registro de casos de pólio no país, os profissionais de saúde estão em alerta sobre a necessidade de notificação e investigação de todo caso suspeito de pessoas procedentes de países com circulação da doença. De acordo com a OMS, entre os anos de 2011 e 2012, 16 países registraram casos da doença. A maioria é decorrente de importações do poliovírus selvagem de países endêmicos (Afeganistão, Nigéria e Paquistão) ou de países que restabeleceram a transmissão (Angola, Chade, República do Congo).
Em 2012, foram registrados 223 casos, sendo que 217 (97,3%) foram nos países endêmicos e 6 (2,7%) nos não endêmicos. É uma redução de 36,9% no número de casos de poliomielite no mundo, quando comparado ao mesmo período de 2011 (604 casos). No ano de 2013, até o dia 22 de maio, foram registrados 32 casos, sendo 8 no Paquistão, 22 na Nigéria e 2 no Afeganistão.
A DOENÇA –A poliomielite é uma doença viral, causada por poliovírus e subdivide-se em três sorotipos (1, 2 e 3). É altamente contagiosa, e afeta principalmente crianças menores de 5 anos de idade. O vírus é transmitido através de alimentos e água contaminados e se multiplica no intestino, podendo invadir o sistema nervoso. Muitas pessoas infectadas não apresentam sintomas da doença (febre, fadiga, cefaleia, vômitos, rigidez no pescoço e dores nos membros), mas excretam o vírus em suas fezes, portanto, podem transmitir a infecção para outras pessoas.
Falta de higiene e de saneamento na moradia, além da concentração de muitas crianças em um mesmo local, favorecem a transmissão. O período de incubação (tempo que demora entre o contágio e o desenvolvimento da doença) é geralmente de 7 a 12 dias, podendo variar de 2 a 30 dias. A transmissão também pode ocorrer durante o período de incubação.
 CONFIRA OS POSTOS DE VACINAÇAO

1. SECRETARIA DE SAUDE

2. RODOVIÁRIA

3. NEUZA DA CUNHA

4. BAIRRO NOVO

5. CAPS

6. PURAQUEÚ

7. MATO GROSSO

8. COQUE FIRMINO VAZ

9. ASSENTAMENTO

10.          SÃO LOURENÇO

11.          JAPAO
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