quarta-feira, 16 de maio de 2012

Programa de Controle do Tabagismo de Vitória do Mearim


Vitoria do Mearim começa executar o Programa Combate ao Tabagismo, formando o seu primeiro grupo de combate ao tabagismo esse encontro esta sendo realizado na Vigilância em Saúde(antiga Funasa)  com a supervisão e coordenação da Enfermeira Nadielly e apoio as Semus e Prefeitura Municipal

Programa de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco de Câncer

O INCA coordena e executa, em âmbito nacional, o Programa de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco de Câncer visando à prevenção de doenças na população através de ações que estimulem a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis e que contribuam para a redução da incidência e mortalidade por câncer e doenças tabaco-relacionadas no país.
As ações do Programa são desenvolvidas em parceria pelas três instâncias governamentais - federal, estadual e municipal - para capacitar e apoiar os 5.561 municípios brasileiros e abrangem as áreas da educação, legislação e economia.
Conheça as estratégias de programa de controle do tabagismo.

Educação
As ações educativas dividem-se em pontuais e contínuas.

As ações pontuais envolvem campanhas (Dia Mundial sem Tabaco, Dia Nacional de Combate ao Fumo e Dia Nacional de Combate ao Câncer), que têm como perspectiva comum a sensibilização e informação da comunidade e as lideranças em geral sobre o assunto, bem como a divulgação através da mídia e a realização de eventos como congressos, seminários e outros para chamar a atenção de profissionais de saúde sobre o tema.

As ações contínuas objetivam manter um fluxo contínuo de informações sobre prevenção do câncer, tanto em relação ao tabagismo como aos demais fatores de risco de câncer. Considera-se que culturas e hábitos são passíveis de mudança somente a longo prazo. Portanto, essas ações utilizam canais para alcançar a comunidade de forma contínua e dentro da realidade de sua rotina. Dessa forma, através da realização de atividades sistematizadas em subprogramas dirigidos aos ambientes de trabalho, escolas e às unidades de saúde, o tema é inserido nas rotinas desses ambientes. 

Outro passo importante nesse processo implica no desenvolvimento de ações que apoiem o fumante que queira parar de fumar. Desta forma, o Módulo Ajudando seu Paciente a Deixar de Fumar surge com o objetivo de capacitar profissionais de saúde para que possam apoiar de forma efetiva os fumantes da comunidade no processo de cessação de fumar.


Legislação
 
As ações legislativas envolvem o apoio técnico a processos e projetos de lei, o monitoramento da legislação e a informação sobre os malefícios do tabaco e outros fatores de risco de câncer aos membros do Congresso Nacional. Outra ação importante tem sido a divulgação das leis de controle do fumo na comunidade assim como a identificação e articulação de mecanismos que possibilitem a fiscalização e o cumprimento das mesmas 


Economia 
Em 1996, foi realizado um estudo econômico para apurar dados sobre produção, preços, publicidade, consumo e arrecadação sobre o tabaco e seus derivados no Brasil. O estudo também visou elaborar um modelo econométrico que envolvesse as diversas variáveis do consumo e uma avaliação da relação custo/benefício do tabaco e de seus derivados para o país. Esses dados têm servido de subsídio às decisões governamentais nas áreas de saúde, legislação e na própria área econômica, visando à redução do consumo de produtos fumígenos. A sensibilização e mobilização de diversos setores da sociedade para a busca de culturas alternativas para substituir o plantio do tabaco são atividades fundamentais para que os esforços nessa área sejam coroados de sucesso. 

É importante se ter uma legislação forte, sobretudo no que tange as políticas tributária e agrícola. Daí, a necessidade deste Programa estar articulado com outros setores do governo, constituindo-se em um programa amplo, ou seja, um programa de Estado.

Doenças associadas ao uso dos derivados do tabaco

A presença de cerca de 4.720 substâncias presentes na fumaça dos derivados do tabaco, faz com que o tabagismo seja responsável por aproximadamente 50 doenças Muitos estudos desenvolvidos até o momento evidenciam que o consumo de derivados do tabaco causa quase 50 doenças diferentes. 

Está comprovado que o tabagismo é responsável por:
• 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora);
• 25% das mortes causadas por doença coronariana - angina e infarto do miocárdio;
• 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos;
• 85% das mortes causadas por bronquite crônica e enfisema pulmonar (doença pulmonar obstrutiva crônica);
• 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);
• 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).
• 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia);

As mais recentes estimativas mundiais sobre câncer, divulgadas pelo GLOBOCAN 2008 , apontam 12,7 milhões de casos novos e 7,6 milhões de óbitos por câncer no mundo. O tipo com maior mortalidade foi o câncer de pulmão (1,3 milhão de mortes). 
No Brasil, o câncer de pulmão é o tipo de tumor mais letal e também uma das principais causas de morte no país. Nas estimativas para o ano de 2010, válidas também para o ano de 2011, são esperados 28 mil novos casos de câncer de pulmão , sendo 18mil homens e 10 mil mulheres Ao final do século XX, o câncer de pulmão se tornou uma das principais causas de morte evitável.
O consumo de tabaco é o mais importante fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão. Comparados com os não fumantes, os tabagistas têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão. 
Em geral, as taxas de incidência em um determinado país refletem seu consumo de cigarros. (Estimativa/2010 – Incidência de Câncer no Brasil – Inca – Ministério da Saúde).

Outras doenças relacionadas ao tabagismo:
• hipertensão arterial;
• aneurismas arteriais;
• úlcera do aparelho digestivo;
• infecções respiratórias;
• trombose vascular;
• osteoporose;
• catarata;
• impotência sexual no homem;
• infertilidade na mulher;
• menopausa precoce;
• complicações na gravidez;

Porém, ao parar de fumar, o risco de ter essas doenças vai diminuindo gradativamente e o organismo do ex-fumante vai se restabelecendo.
O que você ganha parando de fumar
A pessoa que fuma fica dependente da nicotina. Considerada uma droga bastante poderosa, a nicotina atua no sistema nervoso central como a cocaína, heroína, álcool, com uma diferença: chega ao cérebro em apenas 7 a 19 segundos. É normal, portanto, que, ao parar de fumar, os primeiros dias sem cigarros sejam os mais difíceis, porém as dificuldades tendem a ser menores a cada dia. 

As estatísticas revelam que os fumantes comparados aos não fumantes apresentam um risco 

• 10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão
• 5 vezes maior de sofrer infarto
• 5 vezes maior de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar

• 2 vezes maior de sofrer derrame cerebral

Se parar de fumar agora...

• após 20 minutos sua pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal
• após 2 horas não há mais nicotina no seu sangue
• após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se normaliza
• após 2 dias seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar já degusta a comida melhor
• após 3 semanas a respiração fica mais fácil e a circulação sanguínea melhora
• após 10 anos o risco de sofrer infarto do coração será igual ao de quem nunca fumou, e o risco de desenvolver câncer de pulmão cai à metade.
• após 20 anos o risco de desenvolver câncer de pulmão será quase igual ao de quem nunca fumou.

Quanto mais cedo você PARAR DE FUMAR menor o risco de adoecer. Quem NÃO fuma aproveita MAIS a vida!

Tabagismo no mundo
O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumantes. Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam. Enquanto nos países em desenvolvimento os fumantes constituem 48% da população masculina e 7% da população feminina, nos países desenvolvidos a participação das mulheres mais do que triplica: 42% dos homens e 24% das mulheres têm o comportamento de fumar.

O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a cifra de 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. Caso as atuais tendências de expansão do seu consumo sejam mantidas, esses números aumentarão para 10 milhões de mortes anuais por volta do ano 2030, sendo metade delas em indivíduos em idade produtiva (entre 35 e 69 anos) (WHO, 2003).


O INCA desenvolve papel importante como Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Programa "Tabaco ou Saúde" na América Latina, cujo objetivo é estimular e apoiar políticas e atividades controle do tabagismo nessa região, e no apoio à elaboração da 
Convenção Quadro para o Controle do Tabaco, idealizada pela OMS para estabelecer padrões de controle do tabagismo em todo o mundo.

domingo, 13 de maio de 2012

Prefeitura Municipal Homenageia as Mães de Vitória do Mearim com uma Ação Social




















Secretaria Municipal de Saúde representando a Prefeitura  Municipal Homenageou  as  mães de Vitória do Mearim com uma Mega Ação Social que se realizou no ultimo dia 08 de maio no Colégio Cônego na Praça Matriz e realizou diversas atividades com destaque total para o tratamento estético  mais foi realizado também,Consultas Médica e enfermagem,Vacinação,Avaliação Antropométrica , incentivo a mamografia e sorteio de vários presentes

Contou com a presença de diversos profissionais de saúde

Este evento teve o apoio de Macinha Cabeleireira, Jandete manicure, Ana Regina esteticista ,Rosa Cabeleireira ,Fernando e sua Irma ambos também cabeleireiros e Ivone



segunda-feira, 7 de maio de 2012

A oficina do Idoso é realizada todas as quartas feiras no NASF


A oficina do Idoso idealizada pela SEMUS é realizada todas as quartas feiras no Núcleo de Apoio a Saúde da Família , onde o trabalho é baseado na promoção do envelhecimento ativo e saudável; manutenção e reabilitação da capacidade funcional; apoio ao desenvolvimento de cuidados informais.

A proposta de envelhecimento ativo e saudável busca oferecer qualidade de vida por meio da alimentação adequada e balanceada, prática regular de exercícios físicos, convivência social estimulante, busca de atividades prazerosas e/ou que reduzam o estresse, diminuição dos danos decorrentes do consumo de álcool e tabaco e diminuição significativa da automedicação.
O idoso saudável tem sua autonomia preservada, tanto a independência física, como a psíquica.
Uma das metas é aumentar a qualidade dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para trabalharem com os detalhes da vida da pessoa idosa. Entre eles, estão: a identificação de situações de vulnerabilidade social; a realização de diagnóstico precoce de processos demenciais; a avaliação da capacidade funcional, entre outros.


A capacidade funcional é medida a partir do grau de preservação da condição do indivíduo para realizar atividades de vida diária e do grau para desempenhar as atividades instrumentais de vida diária. As atividades de vida diária são aquelas ligadas ao cuidado próprio, ou seja, permitem aos idosos cuidar-se e responder por si só no espaço limitado de seu lar, envolvendo, por exemplo: alimentar-se, ter continência, locomover-se, tomar banho, vestir-se, usar o banheiro, andar nos arredores de casa, subir e descer escadas e cortas as unhas.

O nosso trabalho busca garantir o acesso à medicação e a reabilitação funcional da população idosa, prevenir a perda de capacidade funcional ou reduzir os efeitos negativos de eventos que a ocasionem.
Cabe, portanto, aos gestores de saúde nas cidades desenvolver ações para a construção de uma atenção integral à saúde dos idosos em sua comunidade.

É fundamental organizar as equipes de Saúde da Família e atenção básica, incluindo a população idosa em suas ações. Atividades de grupo, promoção da saúde, controle da hipertensão arterial e diabetes mellitus, temas relacionados à sexualidade, Doenças Sexualmente Transmissíveis e aids.

domingo, 6 de maio de 2012

Plano de Ação para combater a Hanseníase


Secretaria de Saúde de Vitoria do Mearim começa a executar o Plano de Ação para combater a Hanseníase com o treinamento de toda a equipe de saúde do Município realizado no dia 23 de abril no auditório da associação comercial , já o  Maranhão recebeu R$ 2,8 milhões adicionais para ampliar as ações contra a hanseníase, em 59 municípios (tabela abaixo). O Brasil mantém a queda na incidência da hanseníase no país. Entre 2010 e 2011, o coeficiente de detecção de casos novos caiu 15%. Entre menores de 15 anos, este percentual baixou 11%. Os dados preliminares mostram que, em 2011, houve 30.298 casos novos detectados, um coeficiente de 15,88 casos novos por 100 mil habitantes. Destes, 2.192 casos foram registrados em menores de 15 anos (4,77 por 100 mil habitantes). Em 2010, o coeficiente de detecção geral foi de 18,22 por 100 mil habitantes, correspondendo a 34.894 casos novos da doença no país, sendo 2.461 casos na população menor de 15 anos (5,36 por 100 mil habitantes). O Estado possui um coeficiente de detecção de 50,91 por 100 mil, na a população geral, e 3.347 casos novos, conforme estimativa preliminar de 2011.
O anúncio precede o Dia Mundial de Luta contra Hanseníase, celebrado neste domingo. “Estamos obtendo um avanço sustentado no combate à hanseníase. Queremos ampliar esse esforço para obter a eliminação da doença como problema de saúde pública no país”, afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. A meta do Plano de Eliminação da Hanseníase, estabelecido em 2011, é que haja menos de um caso de hanseníase para cada grupo de 10 mil habitantes até 2015. Além disso, o SUS trabalha para reduzir em 26,9% o coeficiente de detecção de casos novos em menores de 15 anos, aumentar o percentual de cura (90% dos casos novos) e examinar 80% dos contatos intradomiciliares dos casos novos de hanseníase.
MOBILIZAÇÃO –“O alcance das metas prevê um esforço conjunto para a interrupção da cadeia de transmissão da endemia, com ações de vigilância em saúde e atenção aos pacientes”, explica Jarbas Barbosa. O secretário reforça que o Ministério da Saúde tem incentivado a mobilização dos municípios prioritários.
Ao todo, 97% deles – correspondendo a 245 municípios – receberão recursos adicionais que somam R$ 16 milhões. A previsão é que estes recursos comecem a ser liberados ainda neste mês. Em contrapartida, as secretarias municipais de saúde devem desenvolver ações como busca ativa de casos novos, tratamento e acompanhamento de portadores da doença, prevenção de incapacidades e reabilitação e vigilância dos contatos no domicílio dos pacientes. A estratégia está inserida no programa do governo federal Brasil Sem Miséria.
Em setembro, será realizada a Semana Nacional de Mobilização contra a Hanseníase, quando ocorrerá o lançamento da campanha publicitária dirigida à população e profissionais de saúde. Nesta semana, todos os profissionais de saúde do SUS, em especial os agentes comunitários de saúde e profissionais da Estratégia de Saúde da Família, concentrarão esforços para diagnosticar e encaminhar casos novos e, ainda, examinar pessoas que possam ter contraído a doença por contato. Em paralelo, as ações de mobilização deverão promover mais conhecimento sobre a hanseníase, visando eliminar o preconceito e estigma relacionado à doença.
“É fundamental que todos os municípios brasileiros ofereçam o serviço de diagnóstico, tratamento e atenção integral às pessoas acometidas pela hanseníase. No último ano, conseguimos um aumento de 290 unidades de saúde aptas a oferecer assistência a portadores da doença, passando de 9.155 para 9.445 unidades”, afirma o secretário Jarbas Barbosa.
DOENÇA -A hanseníase é uma doença infecciosa e atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo e varia de dois a cinco anos. É importante que, ao perceber algum sinal, a pessoa com suspeita de hanseníase não se automedique e procure imediatamente um serviço de saúde mais próximo.
É preciso observar manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo e áreas da pele que não coçam; mas, que causam a sensação de formigamento e ficam dormentes, com diminuição ou ausência de dor, da sensibilidade ao calor, ao frio e ao toque. 
TRATAMENTO -Todos os casos de hanseníase têm tratamento e cura. A doença pode causar incapacidades físicas, evitadas com o diagnóstico precoce e o tratamento imediato, disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). O tratamento, gratuito e eficaz pode durar de seis a doze meses.
Os medicamentos devem ser tomados todos os dias em casa e uma vez por mês no serviço de saúde. Também fazem parte do tratamento exercícios para prevenir as incapacidades físicas, além de orientações da equipe de saúde.
APELO GLOBAL -Anualmente, a Fundação Sasakawa (The Nippon Foundation) coordena a assinatura, por líderes e organismos de expressão mundial, de um termo de compromisso denominado Apelo Global. O objetivo é fortalecer a defesa por um mundo sem hanseníase. 
A Fundação, que também atua na campanha pela eliminação da hanseníase, é presidida pelo senhor Yohei Sasakawa, que desde 2001 é também Embaixador da Boa Vontade para a Eliminação da Hanseníase da Organização Mundial da Saúde. Personalidades como os Ex-Presidentes Jimmy Carter, Bill Clinton, Nelson Mandela e Luís Inácio Lula da Silva foram signatários do Apelo Global em anos anteriores.
Este ano, o Brasil será o país sede da assinatura do Apelo pelo fim do estigma e da discriminação contra as pessoas portadores da hanseníase. A cerimônia de assinatura será na próxima segunda-feira (30), na Associação Médica Brasileira, em São Paulo (SP).  Está prevista a participação do Embaixador Sasakawa; do coordenador-geral do Programa de Hanseníase da Organização Mundial da Saúde (OMS), Sumana Barua, e de representantes do Ministério da Saúde, da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, da Associação Paulista de Medicina (APM) e do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase

UF
Municípios
Incentivo R$
MA
Açailândia
100.000,00
MA
Alto Alegre do Maranhão
15.000,00
MA
Anajatuba
30.000,00
MA
Arari
30.000,00
MA
Bacabal
100.000,00
MA
Balsas
30.000,00
MA
Barão de Grajaú
15.000,00
MA
Barra do Corda
30.000,00
MA
Bom Jardim
30.000,00
MA
Bom Jesus das Selvas
15.000,00
MA
Buriticupu
60.000,00
MA
Caxias
100.000,00
MA
Chapadinha
30.000,00
MA
Codó
100.000,00
MA
Coelho Neto
15.000,00
MA
Conceição do Lago-Açu
15.000,00
MA
Coroatá
60.000,00
MA
Dom Pedro
30.000,00
MA
Estreito
30.000,00
MA
Governador Nunes Freire
15.000,00
MA
Grajaú
30.000,00
MA
Igarapé do Meio
30.000,00
MA
Imperatriz
180.000,00
MA
Itapecuru Mirim
60.000,00
MA
Itinga do Maranhão
60.000,00
MA
Lago da Pedra
30.000,00
MA
Lago Verde
15.000,00
MA
Maracaçumé
15.000,00
MA
Matões
30.000,00
MA
Miranda do Norte
30.000,00
MA
Monção
15.000,00
MA
Nova Olinda do Maranhão
15.000,00
MA
Olinda Nova do Maranhão
15.000,00
MA
Paço do Lumiar
30.000,00
MA
Pedreiras
60.000,00
MA
Penalva
15.000,00
MA
Pindaré-Mirim
30.000,00
MA
Pio XII
15.000,00
MA
Pirapemas
15.000,00
MA
Presidente Dutra
30.000,00
MA
Rosário
15.000,00
MA
Santa Inês
60.000,00
MA
Santa Luzia
100.000,00
MA
Santa Rita
15.000,00
MA
São Bento
15.000,00
MA
São Domingos do Maranhão
15.000,00
MA
São Francisco do Maranhão
15.000,00
MA
São José de Ribamar
60.000,00
MA
São Luís
500.000,00
MA
São Luís Gonzaga do Maranhão
30.000,00
MA
São Mateus do Maranhão
60.000,00
MA
Senador La Rocque
15.000,00
MA
Timbiras
15.000,00
MA
Timon
180.000,00
MA
Turilândia
15.000,00
MA
Vargem Grande
15.000,00
MA
Vitória do Mearim
30.000,00
MA
Vitorino Freire
15.000,00
MA
Zé Doca
60.000,00
Subtotal
2.800.000,00


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