A Secretaria
de Saúde de Vitoria do Mearim , realizou
nesta ultima quinta-feira (16) de
mobilização e prevenção contra a AIDS.
Levar a camisinha para as festas de
carnaval é recomendação antiga para o folião curtir o feriado sem preocupações,
o que mostra que ainda precisamos ajudar a conscientizar os amigos sobre a
necessidade deste item tão importante para evitar gravidez indesejada e doenças
sexualmente transmissíveis, como a aids e a hepatite B.A camisinha guardada há
muito tempo na carteira ou em locais inapropriados pode perder a
qualidade. A assessora técnica do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do
Ministério da Saúde, Karina Bernardes, dá dicas de como armazenar
corretamente o preservativo: “É preciso evitar guardar em carteira,
principalmente a masculina, porque o homem sempre carrega no bolso de trás e
essa coisa de pressionar a camisinha pode danificar o látex, podendo ocasionar
algum furo. Na hora de usar, não abrir com os dentes, porque você pode
pegar no látex e furar. Não usar tesoura, sempre abrir com a mão. No caso do
sexo anal, usar preservativo sempre com gel lubrificante à base de água, porque
o gel sintético pode fazer romper a camisinha”.
Além disso, Karina Bernardes
recomenda guardar as camisinhas em locais secos e frescos, fora da exposição do
sol. “Não é bom deixar a camisinha em lugares quentes como carros, porta-luvas
de carro, porque isso pode danificar o látex também. Isso tudo pode prejudicar
na hora do uso, porque ela pode estourar”. A assessora técnica destaca, ainda,
que o ideal é deixar a camisinha em lugares frescos em casa e sempre levar a
camisinha a cada vez que for sair. “Na hora que for sair para uma balada que
possa acontecer uma transa inesperada, tudo bem colocar no bolso, mas o errado
é carregar sempre o preservativo dentro da carteira. Mulher, eu acho que é mais
tranqüilo porque está sempre na bolsa, um lugar que não pressiona muito.”
A especialista conta
ainda que na hora de comprar a camisinha é preciso estar atento à data de
validade e ao selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Segundo ela, estas são algumas garantias de que o preservativo é de boa
procedência.
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