quinta-feira, 28 de março de 2013
Campanha para diagnosticar hanseníase e verminoses em estudantes de Vitória do Mearim
Secretaria de Saúde e Educação através da
Coordenação de Hanseníase,Epidemiologia e Saúde na Escola realiza Campanha para
diagnosticar hanseníase e verminoses em estudantes
A meta é
identificar os casos suspeitos em estudantes de 5 a 14 anos de escolas públicas
localizadas em cidades com alta carga da doença. Com isso, pretende-se aumentar
o diagnóstico precoce e identificar comunidades em que a hanseníase e
verminoses ainda persistem. As ações terão a participação de agentes
comunitários de saúde e profissionais da Estratégia de Saúde da Família dos
municípios, que encaminharão casos suspeitos à Rede de Atenção Básica de Saúde
para confirmação do diagnóstico e início imediato do tratamento.
De acordo
com as recomendações do MS, caso a equipe de saúde identifique um estudante com
hanseníase é porque tem um caso na sua casa ou na comunidade onde vive. No
intuito de combater esse tipo de subnotificação, campanha ajudará a descobrir
comunidades onde ainda há transmissão da doença,
domingo, 17 de março de 2013
Ana Bogéa recebe PSE e realiza mais de 1200 procedimentos
Foi realizado
no dia 12 de Março de 2013 mais um evento do Programa Saúde na Escola no Ana Bogéa com a realização de
1200 procedimentos ,entre eles Triagem Oftalmológicas , Aferição de
Pressão , Vacinação e Avaliação Antropométrica .Tendo todo
apoio da Secretaria de Educação, Saúde e Prefeitura Municipal
O programa visa
detectar precocemente doenças que pode se manifestar nos alunos entre os
problemas mais comuns deficiência visual,baixo peso,obesidade e pressão alta.
sábado, 9 de março de 2013
Prefeitos e secretários discutem oferta de serviços de saúde por região
O secretário de Estado de Saúde, Ricardo Murad, reuniu nesta
segunda-feira (4), em São Luís, prefeitos e secretários municipais de saúde dos
27 municípios que integram as regiões de saúde de Chapadinha e Itapecuru-Mirim
para discutir a redistribuição dos serviços e recursos de média complexidade do
Sistema Único de Saúde (SUS) do Maranhão. "Quero firmar o compromisso de
fazer um novo sistema de saúde pública no nosso estado, que atenda o paciente
perto de sua casa, com maior conforto e melhor atendimento", declarou ele.
Foi o primeiro de uma série de encontros que reunirá todos os municípios
maranhenses para a elaboração da Programação Geral de Ações e Serviços de Saúde
(PGASS) do Maranhão.
Os 27 gestores municipais das regiões
de Chapadinha e Itapecuru-Mirim ouviram atentamente as explicações do
secretário de saúde sobre a definição dos procedimentos que cada município
precisa oferecer para fazer a pactuação na média complexidade, dentro de sua
região. "É preciso identificar os municípios que têm capacidade instalada
e profissionais qualificados para dar aos pacientes assistência e tratamento
completos. Os municípios que pactuarem para receber os pacientes de média terão
que atender a sua necessidade e a dos municípios vizinhos", explicou
Ricardo Murad.
A rede de média complexidade dos
serviços de saúde é a segunda etapa na formação do PGASS. Já foi definido entre
prefeitos e secretários de saúde o perfil mínimo que cada município precisa
oferecer para receber os recursos do SUS, com Serviço de Pronto Atendimento
(SPA) 24 horas, uma sala de estabilização, uma ou duas salas de parto normal,
20 leitos de internação e observação clínica, laboratório de análises clínicas
(básico) e aparelho de Raio-X.
Para receber pacientes de média
complexidade, os municípios podem se habilitar a ter centro de especialidades
médicas (com ambulatórios de cardiologista, ortopedista, neurologista,
oftalmologia, otorrinolaringologista, nefrologia, reumatologia, urologista e
endocrinologista), maternidade de risco habitual, hospital materno-infantil e
hospital geral. "Todos estes profissionais precisam atender 24 horas, e
não apenas uma vez na semana, como é costume nos municípios", ressaltou o
subsecretário de Estado da Saúde, José Márcio Leite. Também estavam presentes
técnicos de saúde das áreas de Planejamento, Vigilância em Saúde, Rede de
Serviços, Controle de Avaliação, Regulação e Atenção Primária.
Na elaboração da PGASS, cada região
precisa ter também uma maternidade de risco habitual que ofereça laboratório de
patologia clínica (básico+sorologia), ultrassonografia obstétrica, agência
transfusional, médicos gineco-obstetra, anestesista, pediatra e enfermeiro com
habilitação em obstetrícia. A maternidade precisa estar equipada com farmácia
hospitalar, 40 leitos, centro obstétrico com uma sala para cirurgia e outra
para parto normal, sala de recuperação anestésica, sala de recém nascido,
central de material esterilizado, lavanderia hospitalar, ambiência com
alojamento conjunto, cozinha, lactário e refeitório.
A região vai ter um hospital materno
infantil com consultório médico, consultório de enfermagem e outros
profissionais, laboratório de patologia clínica, Raio-X e ultrassonografia
obstétrica com dopler; médico gineco-obstetra, médico anestesista, pediatra,
enfermeiro com habilitação em obstetrícia e internação com farmácia hospitalar,
50 leitos (leitos de obstetrícia clínica e cirúrgica e leitos de pediatria
clínica e cirúrgica), centro obstétrico com 1 sala de cirurgia, 1 para parto
normal; sala de recuperação anestésica, sala de recém nascido, central de
esterilização, lavanderia hospitalar, ambiência com alojamento conjunto,
agência transfusional, cozinha, lactário e refeitório.
Para uma população de 200 mil
habitantes, a região de saúde deverá ter um hospital geral de 50 leitos para
receber os pacientes de urgência referenciados pelos municípios. Ele precisa
oferecer as especialidades de clínicas básicas (médica, cirúrgica, obstétrica,
pediátrica) e ambulatórios (consultório médico, para outros profissionais e
laboratório de patologia clínica), serviço de imagem, (Raio-X e ultra-som),
centro cirúrgico (cirurgia geral, recuperação anestésica, central de
esterilização e lavanderia), 50 leitos para internação (clínicos, cirurgia
geral, gineco-obstetra, pediatria e Unidade de Cuidados Intermediários) e
equipe médica composta de clínico geral, cirurgião, gineco-obstetra, pediatra e
médico anestesiologista.
Presentes, representantes dos
municípios de Chapadinha, Anapurus, Brejo, Santa Quitéria, Araioses, Mata Roma,
Milagres do Maranhão, Paulinho Neves, Santana do Maranhão, São Bernardo,
Tutóia, Magalhães de Almeida e Água Doce. Da regional de Itapecuru participaram
os representantes de Anajatuba, Arari, Belágua, Matões, Miranda, Nina
Rodrigues, Pirapemas, Presidente Vargas, São Benedito do Rio Preto, Urbano
Santos, Vargem Grande, Vitória do Mearim e Cantanhêde.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Hanseníase tem cura, preconceito também!
Hoje dia 01 de fevereiro em Vitória do Mearim comemoramos
o Dia Nacional de Combate contra a Hanseníase.
A hanseníase, conhecida oficialmente por este nome desde
1976, é uma das doenças mais antigas na história da medicina. É causada pelo bacilo de Hansen, o Mycobacterium
leprae: um
parasita que ataca a pele e
nervos periféricos, mas pode afetar outros órgãos como o fígado, os testículos e os
olhos. Não é, portanto, hereditária.
Com período de
incubação que
varia entre três e cinco anos, sua primeiramanifestação consiste no aparecimento de manchas
dormentes, de cor avermelhada ou esbranquiçada, em qualquer região do corpo.
Placas, caroços, inchaço, fraqueza muscular e dor nas articulações podem ser
outros sintomas.
Com o avanço da doença, o número de manchas ou o tamanho das já existentes
aumenta e os nervos ficam comprometidos, podendo causar deformações em regiões,
como nariz e dedos, e impedir determinados movimentos, como abrir e fechar as
mãos. Além disso, pode permitir que determinados acidentes ocorram em razão da
falta de sensibilidade nessas regiões.
O diagnóstico consiste, principalmente, na avaliação
clínica: aplicação de testes de sensibilidade, força motora e palpação dos
nervos dos braços, pernas e olhos. Exames laboratoriais, como biópsia, podem
ser necessários.
Esta doença é capaz de contaminar outras pessoas pelas vias respiratórias, caso o portador não esteja sendo tratado.
Entretanto, segundo a Organização Mundial de Saúde, a maioria das pessoas é
resistente ao bacilo e não a desenvolve. Aproximadamente 95% dos parasitas são
eliminados na primeira dose do tratamento, já sendo incapaz de transmiti-los a outras pessoas.
Este dura até aproximadamente um ano e o paciente pode ser completamente
curado, desde que siga corretamente os cuidados necessários. Assim, buscar
auxílio médico é a melhor forma de evitar a evolução da doença e a contaminação
de outras pessoas.
O tratamento e distribuição de remédios são
gratuitos e, ao contrário do que muitas pessoas podem pensar, em face do
estigma que esta doença tem, não é necessário o isolamento do paciente. Aliás,
a presença de amigos e familiares é fundamental para sua cura.
Durante este tempo, o hanseniano pode desenvolver suas atividades normais, sem
restrições. Entretanto, reações adversas ao medicamento podem ocorrer e, nestes
casos, é necessário buscar auxílio médico.
Importante
saber:
Segundo a OMS, nosso país é líder mundial em prevalência da hanseníase. Em
1991, foi assinado pelo governo brasileiro um termo de compromisso mundial,
comprometendo-se a eliminar esta doença até 2010. Entretanto, a cada ano, há mais
de quarenta mil novos casos tendo, entre eles, vários indivíduos em situação de
deformidade irreversível.
Nos dias 24, 26 e 27 de janeiro são comemorados, respectivamente, o Dia do
Hanseniano, o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o Dia Estadual de Combate à
Hanseníase.
“Lepra”, designação antiga desta doença, era o nome dado a doenças da pele em
geral, como psoríase, eczema e a própria hanseníase. Devido ao estigma dado a
esta denominação e também ao fato de que hoje, com o avanço da medicina, há nomes
apropriados para cada uma destas dermatoses, este termo deixou de ser utilizado
(ou, pelo menos, deveria ter sido).
O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
A
automedicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado
não só não cura como pode piorar a saúde.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Casa dos Estudantes recebe equipe do PSE

A Casa dos Estudantes de Vitória do Mearim
(CEVIM) é uma entidade voltada para a produção de estudiosos que venham ajudar
no desenvolvimento de Vitória do Mearim e da humanidade. Tal grandeza de
finalidade deve ter a estrutura necessária para fazê-la possível. A Casa,
que é um patrimônio do município e entidade assistencial à comunidade
estudantil vitoriense, já possui uma estrutura com laboratório de informática,
com internet Wi-Fi, centenas de livros didáticos atualizados,
além de alimentação e cursinho pré-vestibular para os internos que buscam
entrar na universidade. Tudo mantido com recursos públicos.
Não bastasse os meios de que a Casa já dispõe em favor dos
estudantes, recentemente os benefícios aumentaram, uma vez que foi
privilegiada pela presença de profissionais de
saúde altamente qualificados. E tal fato se deu a partir da iniciativa
da Central Jovem, que em visita à CEVIM em conversa com alguns estudantes
da Casa decidiu-se pela necessidade e importância desse ato. Da
ideia à efetivação o tempo foi curto e o resultado excelente. E os
grandes beneficiados foram os moradores, pois tiveram a seu dispor, durante uma
tarde, médico, enfermeiras, dentista, fisioterapeuta e nutricionista. A
prefeitura de Vitória do Mearim, por meio da SEMUS E SEMED, encarregou-se de
realizar o trabalho, que não se restringiu somente aos moradores da
Casa (já que a CEVIM é uma instituição pública), mas inclusive foi aberto à
vizinhança e aos estudantes vitorienses residentes em São Luís.
Além dos atendimentos realizados pelo médico
e enfermeiras, houve também a realização de palestras, inclusive sobre o
cuidado com os dentes, alimentação saudável e salvamentos em
geral. Ademais, ainda teve a exibição de um vídeo educativo. Apesar
da ausência de alguns estudantes, os que estavam
presentes desfrutaram desse importante serviço de saúde. Todos
os profissionais são do PSE (programa Saúde na Escola) do
Município de Vitória do Mearim, que é um projeto do governo federal em parceria
com os municípios cujo objetivo e mesclar saúde e educação em favor de
um melhor aprendizado.
O evento
terminou com a distribuição de quites de saúde bucal aos moradores. Mais uma
vez a Casa dos Estudantes se mostrou uma instituição pública aberta e
acessível, o que condiz com a sua função pública, e ficou provado que
a interação com a sociedade, com outras instituições do município e o trabalho
em parceria com o poder público e os cidadãos vitorienses são
os maiores e melhores meios de fazer da CEVIM uma grande e
representativa entidade estudantil.
Por César Oliveira
Fonte: http://cesoliveira.blogspot.com.br/2012/11/a-casa-dos-estudantes-de-vitoria-do.html#.UKVVYeSnJjo
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
14 DE NOVEMBRO - DIA MUNDIAL DO DIABETES

A cada ano, o Dia
Mundial do Diabetes é centrado em um tema relacionado, direta ou
indiretamente, ao diabetes. Os tópicos abordados em anos anteriores incluíram
diabetes e direitos humanos, diabetes e estilo de vida, e os custos de
diabetes. Em 2012, sob o tema "Diabetes: Proteja Nosso
Futuro", mantendo o foco é a crescente necessidade de educação
sobre diabetes e o aumento de programas de prevenção.
Para as pessoas com diabetes, esta é uma mensagem sobre a capacitação através da educação. Para os governos, é uma chamada para implementar estratégias e políticas eficazes para a prevenção e tratamento do diabetes. Para os profissionais de saúde, é uma chamada para melhorar o conhecimento de maneira que as recomendações baseadas em evidências possam ser postas em prática. Para o público em geral, é uma chamada para entender o impacto grave do diabetes e saber, sempre que possível, como evitar ou retardar essas complicações.
Objetivos da Campanha 2012
Incentivar os governos a
implementar e fortalecer políticas para a prevenção e controle do diabetes e
suas complicações
Disseminar ferramentas
para apoiar as iniciativas nacionais e locais para a prevenção e controle do
diabetes e suas complicações
Destacar a importância
da educação baseada em evidências na prevenção e controle do diabetes e suas
complicações
Aumentar a
conscientização dos sinais de alerta do diabetes e promover ações para
incentivar o diagnóstico precoce
Promover ações para
reduzir os principais fatores de risco para o diabetes tipo 2
Promover ações para
prevenir ou retardar as complicações do diabetes.
Um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde, revela uma estatística preocupante: a doença mata quatro vezes mais do que a Aids e supera o número de vítimas do trânsito. Em 2010, 54 mil brasileiros morreram em decorrência do diabetes, enquanto 12 mil óbitos foram ocasionados pelo vírus HIV e 42 mil mortes foram registradas por acidentes de trânsito em todo país. Esse número seria ainda maior, se considerado que o diabetes age como fator de risco para várias outras doenças - como câncer e doenças cardiovasculares, por exemplo. O diabetes esteve, em 2010, associado a outras 68,5 mil mortes – o que totaliza 123 mil pessoas mortas direta ou indiretamente.
Sinais e Sintomas
O desencadeamento
de diabetes tipo 1 é geralmente repentino e dramático e pode incluir
sintomas como:
Sede excessiva
Rápida perda de peso
Fome exagerada
Cansaço inexplicável
Muita vontade de urinar
Má cicatrização
Visão embaçada
Falta de interesse e de
concentração
Vômitos e dores
estomacais, frequentemente diagnosticados como gripe.
Os mesmos sintomas acima podem também ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2, mas geralmente são menos evidentes. Em crianças com diabetes tipo 2, estes sintomas podem ser moderados ou até mesmo ausentes.
No caso do diabetes tipo 1, estes sintomas surgem de forma abrupta e às vezes podem demorar a ser identificados. Já no diabetes tipo 2, esses sintomas podem ser mais moderados ou até mesmo inexistentes.
Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença, mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Outro dado é que, no geral, o diabetes tipo 1 é mais frequente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.
Fonte: www.diamundialdodiabetes.org.br / Ministério da Saúde
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Combate a Hipertensão Arterial na Região de Coque
Secretaria
de Saúde de Vitória do Mearim realizou no dia 24 de julho ação de combate a
Hipertensão Arterial na Região de Coque,essas ações foram desenvolvidas em Boca
do Campo,Bom Jardim ,Boa Esperança e Ferreira.
Houve também
a presença de dentista que fizeram uma avaliação e entrega de Kits para as
crianças
Pesquisa
do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com
hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em
2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o
levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de
24,4%.
Os
dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças
Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). O Vigitel é realizado anualmente,
desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em
Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP). Em 2010, foram
entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF.
De
acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%)
do que em homens (20,7%). “Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de
hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8%
dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária
de 55 anos ou mais de idade”, explica o Secretário de Vigilância em Saúde,
Jarbas Barbosa.
O
aumento se deve ao maior acesso da população ao diagnóstico na atenção primária
de saúde. E as mulheres procuram mais o diagnóstico na atenção básica, daí uma
prevalência mais significativa entre elas.
O
estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e
diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres
com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial,
a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos
de escolaridade.
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