quarta-feira, 5 de junho de 2013

Campanha de Vacinação da Pólio dia 8 a 11 de junho

O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (4) a 34ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, em Brasília. Realizada em parceria com a secretaria municipal de saúde de Vitória do Mearima meta é vacinar  crianças entre 6 meses e menores de 5 anos. A ação começa neste sábado (8), com o Dia D de mobilização nacional, e vai até 21 de junho.

Neste ano, o público alvo a ser vacinado na campanha é a partir dos 6 meses, com a vacina oral (VOP), as chamadas gotinhas. Isso porque as crianças menores de 6 meses já estão sendo vacinadas com a injetável (VIP) nos postos de vacinação. É importante reforçar que os pais não esqueçam de levar a caderneta de vacinação dos filhos para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança, considerando o esquema sequencial (quadro abaixo).
Os pais devem levar a caderneta de vacinação dos filhos para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança, considerando o esquema sequencial (quadro abaixo). “Além da proteção contra a pólio, a campanha contribui para atualização do calendário de vacinação. Caso esteja faltando alguma vacina, os pais podem programar junto com o posto de saúde a melhor data para a criança tomar as doses que estão faltando”, explicou o ministro.
Calendário básico de vacinação
Esquema sequencial para crianças que iniciam a vacinação contra a poliomielite
 Idade
Qual a vacina
2 meses
Vacina inativada poliomielite – VIP (injetável)
4 meses
VIP
6 meses
Vacina oral poliomielite (atenuada) – VOP (oral)
15 meses
VOP (reforço)

Ou seja, de acordo com o cronograma do calendário básico de vacinação, a criança recebe as duas primeiras doses – aos dois e aos quatro meses – do esquema com a vacina inativada poliomielite (a VIP), de forma injetável. Já a terceira dose (aos seis meses) e o reforço (aos 15 meses) continuam com a vacina oral (a VOP).
Se a criança menor de cinco anos nunca tiver tomado nenhuma dose injetável, não tomará as gotinhas neste momento. Deverá iniciar o esquema vacinal com a injetável.Por esse motivo, o Ministério da Saúde recomenda que os estados e municípios disponibilizem também a injetável nas suas unidades básicas de saúde, embora nesta campanha sejam utilizadas as duas gotinhas. O objetivo é evitar que crianças que estejam com o esquema vacinal contra a poliomielite atrasado percam a oportunidade de vacinação.
Se a criança for vacinar em um posto temporário, que não pode oferecer a injetável, a orientação é que seja encaminhada para uma unidade de saúde, onde será vacinada posteriormente.
VACINA ORAL - Vale lembrar que não existe tratamento para a poliomielite e somente a prevenção, por meio da vacinação. A vacina protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Ela é recomendada mesmo para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia.
A vacina é extremamente segura e não há contraindicações, sendo raríssimas as reações associadas à administração da mesma. Em alguns casos, como, por exemplo, em crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, recomenda-se que os pais consultem um médico para avaliar se a vacina deve ser aplicada.
VACINA INJETÁVEL – O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, reforçou que, com a introdução da VIP no calendário básico de vacinação da criança no segundo semestre de 2012, o Brasil já está se preparando para utilizar apenas a vacina inativada (injetável) quando ocorrer a erradicação da doença no mundo, atendendo a recomendação da OMS.
Segundo Barbosa, a VIP é segura e, de acordo com os estudos, não há possibilidade de uma criança vir a ter poliomielitecaso apresente o esquema vacinal completo e em dia contra a doença. ”A vacina injetável é mais segura exatamente no período em que a criança poderia apresentar algum risco de evento adverso por causa da vacina oral”.
HISTÓRICO –O Brasil serviu de exemplo para outros países ao adotar, a partir do ano de 1980, a estratégia anual de campanhas nacionais de vacinação contra a poliomielite em duas etapas, vacinando crianças menores de cinco anos de idade independente do estado vacinal anterior.
O último caso registrado da doença no Brasil foi em 1989, na Paraíba. As ações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) estão voltadas à manutenção do país livre do poliovirus selvagem. Desde 1994, o país mantém o certificado emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de erradicação da poliomielite. 
POLIOMIELITE NO MUNDO - Apesar de não haver registro de casos de pólio no país, os profissionais de saúde estão em alerta sobre a necessidade de notificação e investigação de todo caso suspeito de pessoas procedentes de países com circulação da doença. De acordo com a OMS, entre os anos de 2011 e 2012, 16 países registraram casos da doença. A maioria é decorrente de importações do poliovírus selvagem de países endêmicos (Afeganistão, Nigéria e Paquistão) ou de países que restabeleceram a transmissão (Angola, Chade, República do Congo).
Em 2012, foram registrados 223 casos, sendo que 217 (97,3%) foram nos países endêmicos e 6 (2,7%) nos não endêmicos. É uma redução de 36,9% no número de casos de poliomielite no mundo, quando comparado ao mesmo período de 2011 (604 casos). No ano de 2013, até o dia 22 de maio, foram registrados 32 casos, sendo 8 no Paquistão, 22 na Nigéria e 2 no Afeganistão.
A DOENÇA –A poliomielite é uma doença viral, causada por poliovírus e subdivide-se em três sorotipos (1, 2 e 3). É altamente contagiosa, e afeta principalmente crianças menores de 5 anos de idade. O vírus é transmitido através de alimentos e água contaminados e se multiplica no intestino, podendo invadir o sistema nervoso. Muitas pessoas infectadas não apresentam sintomas da doença (febre, fadiga, cefaleia, vômitos, rigidez no pescoço e dores nos membros), mas excretam o vírus em suas fezes, portanto, podem transmitir a infecção para outras pessoas.
Falta de higiene e de saneamento na moradia, além da concentração de muitas crianças em um mesmo local, favorecem a transmissão. O período de incubação (tempo que demora entre o contágio e o desenvolvimento da doença) é geralmente de 7 a 12 dias, podendo variar de 2 a 30 dias. A transmissão também pode ocorrer durante o período de incubação.
 CONFIRA OS POSTOS DE VACINAÇAO

1. SECRETARIA DE SAUDE

2. RODOVIÁRIA

3. NEUZA DA CUNHA

4. BAIRRO NOVO

5. CAPS

6. PURAQUEÚ

7. MATO GROSSO

8. COQUE FIRMINO VAZ

9. ASSENTAMENTO

10.          SÃO LOURENÇO

11.          JAPAO

domingo, 19 de maio de 2013

Ribamar de Matos recebe Equipe Saúde na Escola e realiza mais de 1000 procedimentos




  

Foi  realizado no dia 14 de Abril de 2013 mais um evento do Programa Saúde na Escola Ribamar de Matos com a realização de mais 1000 procedimentos, entre eles Triagem Oftalmológica , Aferição de Pressão , Atualização Vacinal,Avaliação Odontológica  e  Avaliação Antropométrica   .Tendo todo apoio da Secretaria de Educação, Saúde e Prefeitura Municipal
O programa visa detectar precocemente doenças que pode se manifestar nos alunos entre os problemas mais comuns deficiência visual, baixo peso, obesidade  e pressão alta,esses problemas dificultam aprendizagem dos alunos e com isso procurar o atendimento precoce e adequado para os casos identificados



Cônego recebe Equipe Saúde na Escola e realiza mais de 1500 procedimentos










Foi  realizado no dia 14 de Abril de 2013 mais um evento do Programa Saúde na Escola no Cônego com a realização de mais 1500 procedimentos, entre eles Triagem Oftalmológica , Aferição de Pressão , Atualização Vacinal,Avaliação Odontológica  e  Avaliação Antropométrica   .Tendo todo apoio da Secretaria de Educação, Saúde e Prefeitura Municipal
O programa visa detectar precocemente doenças que pode se manifestar nos alunos entre os problemas mais comuns deficiência visual, baixo peso, obesidade  e pressão alta,esses problemas dificultam aprendizagem dos alunos e com isso procurar o atendimento precoce e adequado para os casos identificados


terça-feira, 14 de maio de 2013

Antonia Farias recebe PSE e realiza 1400 procedimentos



















Foi  realizado no dia 13 de Abril de 2013 mais um evento do Programa Saúde na Escola na Escola Antonia Farias com a realização de 1400 procedimentos, entre eles Triagem Oftalmológica , Aferição de Pressão , Atualização Vacinal,Avaliação Odontológica  e  Avaliação Antropométrica   .Tendo todo apoio da Secretaria de Educação, Saúde e Prefeitura Municipal

O programa visa detectar precocemente doenças que pode se manifestar nos alunos entre os problemas mais comuns deficiência visual, baixo peso, obesidade  e pressão alta,esses problemas dificultam aprendizagem dos alunos e com isso procurar o atendimento precoce e adequado para os casos identificados


Neuza da Cunha recebe PSE e realiza mais de 900 procedimentos












Foi  realizado no dia 13 de Abril de 2013 mais um evento do Programa Saúde na Escola no Neuza da Cunha com a realização de 900 procedimentos, entre eles Triagem Oftalmológicas , Aferição de Pressão , Atualização Vacinal e  Avaliação Antropométrica   .Tendo todo apoio da Secretaria de Educação, Saúde e Prefeitura Municipal
O programa visa detectar precocemente doenças que pode se manifestar nos alunos entre os problemas mais comuns deficiência visual, baixo peso, obesidade  e pressão alta,esses problemas dificultam aprendizagem dos alunos


terça-feira, 7 de maio de 2013

ESF do Alto São Francisco realiza café da manha para hipertensos e diabéticos









Dia 07 de abril foi realizado na Igreja do Alto São Francisco um café da manha para os hipertensos e diabéticos do Bairro Alto São Francisco ,que contou com a organização da Equipe de Saúde do Alto São Francisco entre eles médicos,enfermeira e os agentes de saúde ,houve participação da Equipe do NASF (Nutricionista,Fisioterapeuta,Terapeuta Ocupacional)

Hiperdia
Programa instituído em 2001 com a criação do Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus, segundo portaria GM/MS 235 em 20 de fevereiro de 2001, com o objetivo de estabelecer a organização da assistência, prevenir e promover a saúde, através da vinculação dos usuários à rede, a implementação de programa de educação permanente em hipertensão, diabetes e demais fatores de risco para doenças cardiovasculares.
Ao longo dos últimos trinta anos, houve uma mudança drástica do perfil de morbimortalidade da população brasileira com grande predomínio das doenças e mortes devidas às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), dentre elas o câncer e as doenças cardiovasculares.  A carga econômica dessas doenças produz elevados custos para os sistemas de saúde e da previdência social devido à mortalidade e invalidez precoces, sobretudo para a sociedade, famílias e as pessoas portadoras.
A doença cardiovascular representa hoje no Brasil a maior causa de mortes.
O Ministério da Saúde vêm adotando várias estratégias e ações para reduzir o ônus das doenças cardiovasculares na população brasileira como as medidas anti-tabágicas, as políticas de alimentação e nutrição e de promoção da saúde com ênfase na escola e as ações de atenção à hipertensão e ao diabetes com garantia de medicamentos básicos na rede pública, protocolos e capacitação de profissionais de forma presencial e à distância, etc. é importante registrar que a adoção da estratégia Saúde da Família como política prioritária de atenção básica, por sua conformação e processo de trabalho, compreende as condições mais favoráveis de acesso às medidas multissetoriais e integrais que a abordagem das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) exige.
A importância do diabetes mellitus e da hipertensão arterial sistêmica como problemas globais de saúde pública é hoje bem reconhecida internacionalmente.
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é a mais freqüente das doenças cardiovasculares; é também o principal fator de risco para as complicações mais comuns como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal.
O Diabetes Mellitus (DM) se configura hoje como uma epidemia mundial sendo um grande desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo.
No Brasil, a hipertensão arterial e o diabetes são responsáveis, de longe, pela primeira causa de mortalidade e de hospitalizações, de amputações de membros inferiores e representa ainda 62,1% dos diagnósticos primários em pacientes com insuficiência renais crônicos submetidos à diálise.
Grande impacto econômico ocorre nos serviços de saúde, como conseqüência dos crescentes custos do tratamento da doença e, sobretudo das complicações, como a doença cardiovascular, a diálise por insuficiência renal crônica e as amputações de membros inferiores.
é importante observar que já existem informações e evidências científicas suficientes para prevenir e/ou retardar o aparecimento desses agravos e de suas complicações, informações e evidências estas que devem estar disponíveis para que pessoas e comunidades tenham acesso e possam delas se beneficiar. No entanto, não são ainda acessíveis a todos.  A coordenação do cuidado de uma doença crônica exige contato regular e contínuo com o portador. Os sistemas e tecnologia de informação e os registros computadorizados permitem que a equipe cuidadora acesse informações e dados clínicos do paciente de maneira ágil e oportuna, contribuindo para o melhor gerenciamento do cuidado e o monitoramento dos resultados. A disponibilidade de novas tecnologias e de sistemas de informação como ferramentas para monitorar o cuidado ao portador de diabetes e de hipertensão é muito importante para o sucesso dessa tarefa.
O registro com entrada única do portador permite sua identificação e vincula á equipe cuidadora, que poderá registrar múltiplos dados iniciais e subseqüentes, permitindo gerar informações do desempenho e dos resultados
o     Possibilitar a Gestão do Cuidado com a vinculação do portador á unidade básica ou equipe de saúde através do cadastro e atendimento desses portadores de DM e Há;
o     Monitorar de forma contínua a qualidade clínica e o controle desses agravos e seus fatores de risco na população assistida;
o    Fornecer informações gerenciais que permitam subsidiar os gestores públicos para tomada de decisão para a adoção de estratégias de intervenção gerais ou pontuais, como estimar acesso aos serviços de saúde, planejar demanda para referencia mentos, estimativa de uso de materiais, necessidade de recursos humanos e capacitações;
o     Fornecer informações que subsidiem a gerência e gestão da Assistência Farmacêutica;
o    Instrumentalizar a Vigilância à Saúde, fornecendo informações que permitem conhecer o perfil epidemiológico da hipertensão arterial e do diabetes mellitus, seus fatores de risco e suas complicações na população;
o     Possibilitar o Controle Social através de informações que permitem analisar acesso, cobertura e qualidade da atenção.

sábado, 20 de abril de 2013

Vitória do Mearim atinge a meta do dia D da Campanha de Vacinação da Gripe



Foto: Hoje é dia de vacinar!

Cerca de 1398 pessoas pertencentes aos grupos prioritários de imunização já tinham sido vacinadas contra a gripe em Vitória do Mearim

O cálculo é do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, e contabiliza todas as vacinas aplicadas aos oito grupos prioritários atingidos pela campanha, iniciada na última segunda-feira com base nas notificações já repassada pelo município.

Dia D
Postos de saúde em todo o país funcionam hoje para o Dia D da mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Idosos, gestantes, mulheres em período de puerpério (até 45 dias após o parto), crianças de 6 meses a 2 anos, índios, profissionais de saúde e doentes crônicos devem receber a dose.






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